NÚMEROS DO PRONTO ATENDIMENTO DO COVID-19 EM DIAS D’ÁVILA NÃO ATENDE NAS PRIMEIRAS CHAMADAS

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Segundo relatos nas redes sociais – quer seja do WhattsApp ou do Facebook, a grande maioria das pessoas de Dias d’Ávila não consegue assistência contra o Covid-19 no primeiro contato pelos telefones fornecidos nos Boletins da Covid-19 de Dias d’Ávila. Se for feriado ou fim de semana, então é que fica pior.

Conforme algumas pessoas entrevistadas, os números indicados para atendimentos, não tem um “pronto” atendimento. Conforme relatos, a pessoa tem que insistir e ligar diversas vezes.

Na maioria das vezes, a pessoa que liga está desesperada querendo informações ou que alguém da família seja atendido com urgência – e o fato do primeiro contato não se realizar acaba enervando e deixando a pessoas ainda mais desesperada.

Muitos até desafiam as pessoas (ao leitor) a discarem para os números indicados para tirarem a dúvida. “Liguem”, pontuaram a maioria – “Liguem pra vocês verem”, pediram.

Os números para atendimentos são: “Telefones: (71) 3648-3618- 08:00 às 17:00 (segunda a sexta); (71) 99992 – 2732 – 08:00 às 17:00 apenas WhatsApp® (segunda a sexta); (71) 99956-5688 – 08:00 às 20:00 (Todos os dias da semana, incluindo sábado, domingo e feriado)”.

E este quadro não é só para a pandemia do Coronavírus. Uma nova Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) do IBGE revelou que um entre quatro brasileiros não conseguem atendimento de saúde na primeira tentativa. Das 39 milhões de pessoas que procuraram o atendimento nas duas semanas anteriores a entrevista, 26,4% não conseguiram de imediato.

Segundo o Estadão, 60,9% das pessoas que conseguiram atendimento tiveram algum medicamento receitado e 85% delas conseguiram todos os remédios prescritos.

A pesquisa também aponta que os brasileiros têm uma “forte dependência” do SUS. Segundo o levantamento, 71,5% dos entrevistados são usuários da rede pública. Somente 28% dispõe de plano de saúde complementar.

Quase a metade dos brasileiros (46,8%) disseram que costumam procurar as Unidades Básicas de Saúde mais frequentemente quando precisam de atendimento médico. Já 14,1% preferiram as Unidades de Pronto Atendimento Público (UPAs), pronto socorro ou emergências de hospitais públicos. E 8,9% dos ouvidos dissreram recorrer a centros de especialidades, policlínicas públicas ou ambulatórios dos hospitais públicos.

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Por Roger Lima e Dr Renato Silva