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PESQUISAS ERRARAM NAS PROJEÇÕES PARA BOLSONARO E ALIADOS

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Os institutos mais tradicionais de pesquisas erraram nas projeções para Jair Bolsonaro (PL), que tenta a reeleição ao Palácio do Planalto. Com 99,98% das urnas apuradas, o presidente chegou a 51 milhões de votos válidos, que representam 43,20%. Luiz Inácio Lula da Silva (PT), favorito no primeiro turno, alcançou 48,43% da preferência dos brasileiros (57,2 milhões).

As pesquisas publicadas no sábado (1/10) apontavam Bolsonaro com um percentual muito inferior ao apresentado pelas urnas. O Datafolha indicava Lula com 50% dos votos válidos, contra 36% de Bolsonaro. O Ipec (ex-Ibope) também computava 14 pontos de vantagem para o petista: 51% a 37%. Em ambos os levantamentos, a margem de erro era de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Em Minas, segundo o Datafolha, Lula tinha 50% dos votos válidos, e Bolsonaro 36%. O Ipec colocava o petista ainda mais à frente: 55% a 36%. Nas urnas, o percentual do petista está dentro da margem de erro – 48,29% (5.802.571) -, porém o presidente “subiu” sete pontos percentuais e foi a 43,60% (5.239.264).

No estado de São Paulo, Jair Bolsonaro recebeu 12.239.560 votos (47,71%), e Lula 10.489.618 (40,89%). Em 1º de outubro, o Ipec dava ao presidente da República 39% dos votos válidos e 48% ao candidato do PT.

Governo de São Paulo

Para o governo de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), ex-ministro da infraestrutura do governo Bolsonaro, contrariou as prévias e alcançou 42,32% dos votos válidos (9.881.995). Fernando Haddad (PT) terminou o primeiro turno em segundo, com 35,7% (8.337.139).
 
Na véspera da eleição (1/10), o Ipec indicava Tarcísio dez pontos abaixo de Haddad – 31% a 41% -, ao passo que o Datafolha mostrava o mesmo percentual do aliado do presidente e dois a menos para o petista (39%).

Senado em São Paulo

Ainda em São Paulo, a corrida eleitoral para o Senado tinha Márcio França (PSB) em primeiro, com 43%, seguido pelo astronauta Marcos Pontes (PL), 31%. O Datafolha deu dois pontos a mais a França e manteve o índice a Pontes.
 
No fim das contas, Marcos Pontes, ex-ministro da Ciência e Tecnologia do governo Bolsonaro, ultrapassou 10,7 milhões de votos, com 49,7%, enquanto Márcio França obteve 7,8 milhões (36,24%).
 

Outros estados

No Rio Grande do Sul, Onyx Lorenzoni, ex-ministro da Casa Civil e da Cidadania, liderou o primeiro turno, com 2.382.026 (37,52%). O atual governador, Eduardo Leite (PSDB), ficou com 1.702.815 (26,81%). Na sexta-feira (30/9), o Ipec colocava Leite em primeiro, com 40%, e Onyx em segundo, com 30%.

Na corrida presidencial entre eleitores do Espírito Santo, Lula contabilizava 48% da preferência dos entrevistados pelo Ipec, e Bolsonaro tinha 42%. Nas urnas, o candidato do PL recebeu 1.160.030 votos e ganhou com folga do concorrente: 52,23% a 40,40%.
 
Em Mato Grosso do Sul, o capitão do Exército e deputado estadual Renan Contar (PRTB) saltou de 17% no Ipec, no sábado (1/10), e liderou o primeiro turno com 26,71% (384.275 votos). Seu adversário será Eduardo Riedel (PSDB), com 25,16% (361.981).

No Rio de Janeiro, o Ipec citou Romário (PL) com 41% dos votos válidos para o Senado. O ex-atacante da Seleção Brasileira se reelegeu, mas com um percentual menor: 29,19% (2.384.080). O deputado federal Daniel Silveira (PTB), cuja candidatura está sub judice, obteve 19,18% (1.566.328), ante 9% na pesquisa Ipec no Rio.

Pesquisas que chegaram perto

O instituto Paraná chegou perto do resultado das urnas ao citar 47,1% para Lula e 40% para Bolsonaro no primeiro turno. O levantamento ouviu 2.020 eleitores de 27 a 29 de setembro de 2022 (TSE – BR-07917/2022).

Já o Modal Mais ouviu 2,2 mil eleitoes de 26 a 28 de setembro, colocando o petista à frente: 43,6% a 40,5% (TSE – BR-06743/2022).

 
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Fonte:

Rafael Arruda – Jornal Estado de Minas

 

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