A competição estabelece que participantes devem concorrer de acordo com o sexo registrado ao nascer. Com base nessa regra, os organizadores retiraram o título de Booker e concederam a vitória à segunda colocada, seguindo o regulamento oficial do evento.
A atleta questionou a medida, alegando falta de clareza nas normas da competição. Em comunicado, apontou que outras federações adotam políticas inclusivas para atletas trans, ressaltando supostas inconsistências na regulamentação do World’s Strongest Woman.

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