Antes da declaração, o prefeito Eduardo Paes pediu que Lula, junto com o ministro Alexandre Padilha, disponibilizasse o medicamento no SUS. Mas o presidente seguiu na contramão e soltou o verbo.
“Por que que as pessoas não andam meia hora todo dia? Por que que não caminham? Por que que não fazem ginástica? As pessoas têm que aprender a tirar a bunda da cadeira e andar um pouco”, disparou Lula.
Para o presidente, a questão do Ozempic “é delicada”, já que não pode “tirar a obrigação do médico orientar corretamente as pessoas”.
Ele ainda mandou a real sobre a alimentação: “Você não pode dar de presente uma injeção para as pessoas emagrecerem se a pessoa quer comer quatro rabadas por dia, três feijoadas e comer um quilo de torresmo”.
Lula deixou claro que “o remédio não é um prêmio para quem é relaxado” e deve ser usado apenas por quem realmente precisa por questões de saúde.
A frase polêmica do petista aconteceu durante a inauguração do novo setor de trauma do Hospital Federal do Andaraí, na Zona Norte do Rio. O evento realizado contou com as presenças do ministro Alexandre Padilha e do prefeito Eduardo Paes.

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