O público está aos poucos deixando de fazer compras nos shoppings centers do Brasil e isso influi também na ida das pessoas a estes estabelecimentos. Dados da ABRASCE (Associação Brasileira de Shopping Centers) apontam queda de 6,2% nas visitas mensais entre 2019 (antes da pandemia) e 2025. No ano passado, a média de visitas foi de 471 milhões ao mês, ante os 476 milhões de 2024 —trata-se do primeiro recuo desde a retomada de público pós-Covid-19.
A pesquisa mostra que as vendas também diminuíram com o fluxo. Embora o faturamento nominal tenha crescido 4,2% para R$ 200,9 bilhões de 2019 a 2025, descontada a inflação pelo IPCA no período, as vendas reais caíram 25%.
Com isso, o setor debate alternativas como a busca por uma nova “âncora”, que atraia novo público em substituição aos cinemas ou mudanças no horário de funcionamento.
Em contrapartida, no comércio online, as vendas atingiram R$ 235,5 bilhões no ano passado, alta de 15,3% sobre 2024, segundo a Abiacom (Associação Brasileira de Inteligência Artificial e Ecommerce). Em relação a 2019, o crescimento real das vendas online foi de 88%. Desde 2024, as vendas pela internet superaram as vendas dos shoppings.

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