A nova regulamentação surge na esteira de uma controvérsia que eclodiu em fevereiro, quando o atacante argentino do Benfica, Gianluca Prestianni, foi acusado de proferir ofensas racistas contra o astro brasileiro do Real Madrid, Vinícius Jr., durante uma partida da Uefa Champions League. Prestianni teria chamado Vinícius repetidamente de “macaco” enquanto cobria a boca. O jogador argentino negou ter proferido ofensas racistas contra o atleta brasileiro e afirmou ter dito “maricón” (“bicha” em espanhol), mas acabou sendo punido com uma suspensão de seis jogos, sendo três deles em suspenso, por “conduta homofóbica”.
Em outra alteração nas regras a ser implementada na Copa do Mundo, a Fifa informou que também será aplicado o cartão vermelho a jogadores que deixarem o campo em protesto contra uma decisão da arbitragem.
A Fifa observou que qualquer equipe que provoque a suspensão definitiva de uma partida perderá o jogo por W.O.
A medida é tomada após o caos que ocorreu na final da Copa Africana de Nações deste ano. Naquela ocasião, os jogadores senegaleses, juntamente com o técnico Pape Thiaw e sua comissão, deixaram o gramado em Rabat após a marcação de um pênalti a favor do Marrocos nos acréscimos, que acabou sendo desperdiçado pelo atacante Brahim Diaz. Senegal venceu a final por 1 a 0 na prorrogação, mas teve o título retirado pela Confederação Africana de Futebol (CAF) em uma decisão bombástica.

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